“Intenções” de mesma coisa.

19/05/2009

A própósito da “nova cinefilia” (se existe uma nova ou não, pouco me importanta e isso nem vêm ao caso) vi a seguinte declaração de Guilherme Blanc no Ípsilon: “…num jovem cinéfilo que acha que as obras de Tarantino ou David Fincher “não justificam a aclamação com que têm sido recebidas”. Sabe que “passa por maluco”, porque “é a mesma coisa que, nos anos 60, alguém dizer que não gosta de Godard…”.

Estamos a comparar Fincher com Godard utilizando para isso a expressão “a mesma coisa”. Mas afinal o quê que isso significa?

Por um lado, temos o desumano David Fincher com os seus filmes de caractéres frios (exclua-se o Button que ainda não vi) e no outro canto temos Jean-Luc Godard iniciador da Nouvelle Vague , destruidor de academismos ao filmar pela primeira vez com uma camera na mão, criador de alguns dos argumentos mais originais da história do cinema (e talvez seja bom parar por aqui, porque estou a envergonhar o Fincher e não é minha “intenção”).

Repito: mas afinal o que significa “a mesma coisa”?

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Uma resposta to ““Intenções” de mesma coisa.”


  1. Nem mais, é como comparar um Ferrari com um Mercedes.


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