Archive for Abril, 2009

Convém esclarecer que…

27/04/2009

darjeeling-limited-poster

…é dos meus preferidos (das estreias comerciais em Portugal) de 2008. Um dos melhores, senão o melhor.

(para os amantes das “estrelinhas”, este é um cinco)

Laitakaupungin Valot

27/04/2009

É bonito.

É difícil ver este filme e lhe ficar indiferente. A sua “aura”, o seu “clima”, o seu “mundo” e sua “criação” juntos formam uma perfeita harmonia.
Aki Kaurismäki prova que é um realizador de mão cheia. Talvez até tenha mais que cinco talentos.
A beleza da sua frieza é incrível. Até ao ponto de conseguir confortar o espectador com apenas 2 segundos de carinho ao longo de todo o filme. Incrível.

4/5

(dizem que Aki adora Portugal e passa cá todos os Invernos. Parece-me é que deve passar despercebido pelas ruas…)

Útil e agradável

26/04/2009

Fantastic Mr Fox logo

1+1

A questão.

26/04/2009

Em Portugal, o novo filme de Tarantino, vai ter o nome de “Sacanas Sem Lei” (27 de Agosto nos cinemas). Os tradutores têm lei?

Afinal…

20/04/2009

Gran Torino

… existe entretinimento com qualidade. Começa a ser raro, mas existe.

(claro que quem dormir em “entretinimento”, durante hora e quarenta, pode prefeitamente chorar nos últimos vinte minutos. Excepção feita aos que não contam os factores)

Serviço Público*

20/04/2009

Coleccção de Filmes Ípsilon

A primeira colecção de DVD´s de um jornal que é altamente recomendável.

*interessante trocadinho (coisa de “impuros”)

Classificações

20/04/2009

Não gosto de classificar os filmes com “estrelinhas”. Empacotar as películas em 6 caixas parece-me algo irreal.
Decidi utiliza-las no blog, para eu me habituar, e assim, as aplicar aqui e “aculá” (porque agora estamos todos unidos, pelo menos, em letras).
Em caso de dúvida, a nota quantitativa para as qualitativas é:

0-mau
1-fraco
2-razoável
3-bom
4-muito bom
5-excelente

The Squid and The Whale

17/04/2009

Sob a mestria da escrita de Noah Baumbach (conhecido por escrever para o talentoso Wes Anderson, que desta vez assume o papel de produtor) e da sua básica, mas eficiente, realização, conhecemos uma família de 4 pessoas que a partir de um jogo de ténis que dura menos de 2 minutos nos consegue envolver se forma surpreendente. O filme aborda como tema principal, porque existem vários, a forma como devemos ou não esconder dos outros o que realmente achamos se os amamos. E assim partimos numa aventura cómica e fria de apenas 78 minutos que é o suficiente para vermos dois adultos com vidas feitas e aparentemente realizadas e os seus dois filhos que crescem com os exemplos que vêm, ou que pensam ver. Terminando com uma incrível cena que merece ser vista várias vezes e que certamente nós ficar na memória durante muito tempo. É um peculiar filme que merece a atenção e o carinho de todos.

3/5