Chicago

31/03/2009

Como inovar um musical?
Deve ter sido a pergunta colocada por quem escreveu o filme, ao qual conseguiu responder com uma grande inteligência. Utilizar os números musicais como momentos á parte, que na realidade não estão a acontecer, mas que conseguem apresentar personagens assim como as suas intenções. E é isso o ponto forte do filme. Pena que tenha sido usado de forma terrível e amadora.
Perante uma história pouco plausível é possível encontrar uma bela metáfora entre uma actuação e a fama, que nós é servida através de longos números musicais que se unem ao desenrolar da história propriamente dita, que muitas vezes fica em segundo plano devido as músicas. A filmagem do inexperiente Rob Marshall mostra uma pobreza de cenas que tinham tudo para dar certo.
De boas ideias o filme está cheio, era bom é que fossem conduzidas e realizadas a medida da sua originalidade. Aliás, tal como a fama subiu a cabeça da protagonista do filme, o mesmo aconteceu com a película, que não fechou o pano quando devia, embora tenha mostrado esse momento.

1/5

Anúncios

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: